Tratamento:
O
tratamento é de apoio, podendo ser crônico
e prolongado, e a resposta a ele varia. Vários tratamentos
podem ser tentados antes de se identificar aquele realmente
eficiente para reduzir os sintomas.
O uso de meias elásticas e dormir com a cabeça
elevada podem reduzir a hipotensão
postural. Para algumas pessoas a fludrocortisona ou medicamentos
similares podem ser benéficos na redução
desta hipotensão.
Para tratar o quadro de motilidade gástrica reduzida
o paciente pode usar medicamentos que aumentam essa motilidade
(como o Reglan), alimentar-se mais vezes com pequenas refeições,
dormir com a cabeça elevada ou seguir outras medidas
úteis.
A expressão manual da urina (técnica na qual as
mãos são usadas para comprimir a bexiga), a cateterização
intermitente ou medicamentos como o Betanecol podem ser recursos
necessários para o tratamento da disfunção
do órgão.
Impotência, diarréia,
constipação ou outros sintomas
devem ser tratados adequadamente, pois esses sintomas podem
responder insatisfatoriamente ao tratamento.
Expectativas
(prognóstico):
O
resultado varia. Se a causa do distúrbio puder ser identificada
e tratada, haverá uma chance de que os nervos associados
à neuropatia autônoma possam ser reparados ou regenerados.
Os sintomas podem se reduzir com o tratamento, ou então
persistir ou piorar, apesar dele. A maioria dos sintomas de
neuropatia autônoma é desconfortável, mas
raramente envolve risco de vida.
Complicações:
Situações
que requerem assistência médica:
Marque
uma consulta com seu médico se aparecerem sintomas de
neuropatia autônoma. O diagnóstico precoce e o
tratamento aumentam a probabilidade de controlar os sintomas.
Figuras