Teste de Agregação Plaquetária
Valores
normais:
Agregação
(aglomeração e clareamento da amostra) em um período
de 3 a 5 minutos.
Obs.: O tempo normalmente necessário para ocasionar a
aglomeração depende da temperatura e pode variar
de um laboratório ao outro. A forma do frasco também
é importante.
A resposta aos diferentes "estimulantes de agregação"
pode ajudar a diferenciar os diversos defeitos plaquetários.
Em particular, é importante a diferença entre
a resposta à ristocetina e aos outros produtos, uma vez
que a primeira desencadeia uma agregação por meio
de uma mecanismo diferente dos outros.
O que significam
os resultados anormais:
Distúrbios
congênitos que causam uma diminuição na
agregação plaquetária:
- trombastenia
de Glanzmann: (um distúrbio plaquetário
hereditário raro)
-
as plaquetas deixam de agregar-se
em resposta ao estímulo normal, entretanto o fazem
normalmente em resposta à ristocetina
- síndrome
de Bernard-Soulier: (distúrbio hereditário
raro no qual as plaquetas são incapazes de responder
ao fator de von Willebrand)
-
as plaquetas se agregam normalmente em resposta ao estímulo,
porém não o fazem em resposta à ristocetina
- doença
de armazenamento: (um grupo de distúrbios caracterizado
por defeito no estímulo de substâncias, especialmente
o ADP, que desencadeia a agregação plaquetária)
-
anomalias variáveis da agregação
plaquetária
- doença
de von Willebrand (carência hereditária do
fator de von Willebrand ou do cofator ristocetina)
-
a agregação com o estímulo normal
é anormal
-
a agregação com a ristocetina é geralmente
anormal na doença tipo I e aumentada no tipo II
- policitemia
vera
- púrpura
trombocitopênica idiopática
Condições
adquiridas que causam uma diminuição na agregação
plaquetária:
Aumento
da agregação plaquetária:
Este
exame também pode ser realizado na presença de
outras condições, como: