EM CASO
DE ASPIRAÇÃO:
Toda criança com probabilidade de ter aspirado um objeto deve
ser avaliada por um médico. Crianças com problemas respiratórios
evidentes podem precisar de medidas emergenciais em casos
de oclusão total das vias respiratórias.
Se a tosse e a asfixia
regredirem e se a criança não apresentar outros sintomas,
ela deve ficar sob observação para verificação do desenvolvimento
de sintomas de infecção ou irritação respiratória. O raio
X pode ser útil para o diagnóstico. Pode haver necessidade
de broncoscopia para um diagnóstico
definitivo ou para retirada do corpo estranho. Podem ser usados
antibióticos e técnicas de terapia respiratória em casos de
infecção.
EM
CASO DE INGESTÃO:
Qualquer criança com probabilidade de ter engolido um corpo
estranho deve ser observada quanto a presença de dores, febre,
vômitos ou sensibilidade localizada.
As fezes (movimentos intestinais) devem ser examinadas para
verificar se houve a passagem de corpo estranho. Até mesmo
objetos pontiagudos (como alfinetes, parafusos), passam normalmente
sem maiores complicações pelo trato gastrointestinal. Normalmente,
não são necessários exames de Raio X
a não ser que a criança tenha sintomas de mal-estar, ou se
o objeto não sair em 4 ou 5 dias. Apenas 2 a 4% desses casos
exigem remoção cirúrgica do corpo estranho.
Não
se deve:
- forçar
a criança a comer caso esteja chorando ou com respiração
acelerada.
Procure
imediatamente assistência médica de urgência
se:
-
uma criança possivelmente engoliu ou aspirou um corpo
estranho.